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‘Apesar dos entraves, é possível ser inovador na burocracia pública’

  • Entrevistado: Vanessa Almeida
  • Data da entrevista: 25 de agosto de 2020
Entrevistado
Servidores como Vanessa Almeida não só derrubam o estereótipo de empregados despreparados, pouco afeitos ao trabalho, como também a própria caricatura do funcionalismo público: uma máquina burocrática e morosa incapaz de estar atualizada com as últimas tendências. Gerente de Inovação Digital no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Almeida e sua equipe implementaram os projetos TruBudget e BNDES Token, que, por meio da tecnologia blockchain, garantem de forma irrefutável que os recursos do banco estão indo para onde deveriam ir.
 
Em 2017, o BNDES passou por uma crise de reputação ao ser investigado por fazer aportes irregulares ao grupo JBS, no âmbito da operação Bullish. Almeida lembra que, ao saber que seus colegas haviam sido conduzidos coercitivamente na frente de filhos e vizinhos para prestar depoimento na Polícia Federal, teve um dos piores momentos de sua vida no banco. Mas foi também nesse cenário adverso que surgiu a necessidade de a instituição reconquistar a confiança da opinião pública.
 
Almeida acredita que o BNDES, antes cobrado por transparência, passará a ser reconhecido como uma instituição que oferece transparência para outras, onde investidores desejam aportar seus recursos por ter garantia total da aplicação correta e acesso a todas as informações em tempo real. Além de trazer soluções que conferem transparência e confiança ao BNDES, Almeida também pretende levar esses conceitos para a administração pública de uma forma geral. O grande beneficiado é o cidadão.
 
Vanessa Almeida é a quinta entrevistada da série “Gestão Pública”, uma parceria do Nexo com a república.org. O projeto traz, ao longo dos próximos meses, 18 entrevistas em texto na seção “Profissões” — são conversas com profissionais que atuam na administração pública e ajudam a transformar a vida dos brasileiros.
 
Gestão Pública
 
Quem: Vanessa da Rocha Santos Almeida
 
O quê: Gerente de Inovação Digital
 
Onde: No Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
 
No serviço público: Ajudou a desenvolver programas que usam tecnologia blockchain para conferir mais transparência e credibilidade a serviços do BNDES
 
Como foi sua carreira até chegar no BNDES?
VANESSA ALMEIDA Minha trajetória antes do BNDES não foi muito longa, pois ingressei no banco na véspera do meu aniversário de 25 anos. Entrei na UFRJ [Universidade Federal do Rio de Janeiro] para cursar bacharelado em informática aos 18 e comecei a trabalhar com desenvolvimento para web como bolsista de iniciação científica. Quando me formei, comecei a trabalhar numa consultoria chamada BRQ, alocada num projeto na IBM. Na época todo o mercado de TI trabalhava num esquema de PJ e eu não me sentia muito motivada com o trabalho, embora ganhasse bem. Em paralelo, eu comecei a fazer mestrado em informática na UFRJ e me inscrevi no concurso do BNDES. Fui aprovada no meio de 2002, mas a chamada só aconteceu em abril de 2003. Comecei a trabalhar em junho de 2003 e logo nas primeiras apresentações eu entendi o que faltava para me motivar no trabalho anterior: uma missão. Quando você está numa empresa cuja missão é desenvolver o país, todo o empenho para que as coisas deem certo é muito natural.
 
Qual a sua função e como é a sua rotina de trabalho no banco hoje?
VANESSA ALMEIDA Entre 2003 e 2009, eu fui técnica na área de tecnologia da informação. Participava como analista de sistemas dos projetos, construindo aplicações para o uso interno do banco. Em 2009, fui promovida a coordenadora e logo em seguida gerente numa área que tinha por objetivo melhorar e integrar todos os processos do banco, construindo um suporte tecnológico mais moderno. Fiquei nesse projeto durante oito anos. Foi um período de muito aprendizado e desafios, que me permitiu ter uma visão bem mais ampla do BNDES e da relação do setor público com os fornecedores, já que tínhamos algumas fábricas de software e consultorias que prestavam serviços ao projeto por meio de licitação. Em 2016, com a mudança de governo, aconteceram também várias mudanças internas no BNDES. Na reestruturação das áreas, eu voltei a trabalhar na ATI (pois esse projeto grande terminou) e comecei a olhar mais para fora, para o que estava acontecendo no mundo.
 
Por que esse olhar para o exterior?
VANESSA ALMEIDA O banco estava sendo demandado por um reposicionamento de foco e eu achava que a tecnologia seria parte fundamental desse movimento, embora nem todos acreditassem nessa ideia. Comecei a pesquisar sobre fintechs, inteligência artificial, inovação, blockchain etc. Durante esse movimento fui encontrando com outros colegas que também viam uma janela de oportunidade para mudanças na organização. Durante alguns meses discutimos sobre lançar um concursos de ideias, para que cada funcionário pudesse propor novas formas de atuação para o BNDES. No meio de 2017, tirei férias e fui para o Vale do Silício com uma colega de trabalho. Voltamos uma semana depois com uma visão de “agora ou vai ou racha” (risos). Em agosto, o concurso de ideias foi lançado e entramos com dez ideias. Em novembro, foi escolhida a ideia vencedora, depois de uma votação aberta a todos os funcionários e uma sessão de pitchs para os superintendentes. Duas das nossas dez ideias ficaram em primeiro e segundo lugares. A ideia que ficou em primeiro lugar se transformou num projeto, que incluía a primeira versão do TruBudget e BNDESToken. Passamos a funcionar nos seis meses seguintes como uma espécie de startup dentro do banco. No meio de 2018, viramos uma gerência dentro da ATI para tocar os projetos relacionados a blockchain e, no final de 2019, o escopo foi expandido para tocarmos a agenda de inovação digital.
 
Hoje, eu continuo com os projetos relacionados a blockchain, mas o escopo se expandiu e esse projeto ganhou um status corporativo. O objetivo é ir além de soluções que possam trazer transparência e confiança para o BNDES e levar esses conceitos para a administração pública de uma forma geral. Além disso, o papel da minha gerência é viabilizar que outras ideias saiam do papel e se transformem em projetos, seguindo uma trajetória intraempreendedora como a que seguimos em anos recentes. Também buscamos estimular uma cultura mais aberta à inovação, onde possamos reconhecer histórias de sucesso e fracasso no caminho de fazer diferente e aprender com elas.
 
Falando sobre rotina de trabalho, meu trabalho é não ter rotina. Quando você fala de inovação digital, você acaba tendo que desenvolver múltiplos talentos e conhecimentos, expandindo muito sua rede de contatos. Então, temos várias atividades mais técnicas, que envolvem desenvolvimento de sistemas, mas também temos muitas atividades intensivas em comunicação e articulação, temos que navegar desde questões legais até o envolvimento em grupos internacionais que discutem o estado da arte da aplicação de tecnologias.
 
Por que você escolheu o serviço público?
VANESSA ALMEIDA Acho que não escolhi o serviço público, fui escolhida. Como eu disse, fiz o concurso muito nova (com 23 anos). Quando eu fiz o concurso, pensava em ter um emprego melhor e conciliar mundo corporativo com vida acadêmica. Depois que entrei no banco eu comecei a entender o impacto que o setor público gera nas nossas vidas e esse impacto é o que me motiva. Depois de um tempo você percebe que nasceu para ser setor público.
 
Já pensou em sair e trabalhar na iniciativa privada?
 
VANESSA ALMEIDA: Já pensei em parar um tempo para fazer doutorado, mas minha tese seria sobre tecnologia no setor público (risos). O único momento em que pensei em sair para iniciativa privada foi no segundo semestre de 2017, o momento em que podia ser que a agenda de inovação fosse para frente ou não. Mas as coisas foram acontecendo e hoje inovação e transformação digital são vistas como prioridades na instituição.
 
O BNDES passou por uma crise de imagem ao ser associado com esquemas de corrupção investigados pela Lava Jato. Como isso te afetou pessoalmente?
 
VANESSA ALMEIDA: No início de 2017, o BNDES passou por uma condução coercitiva de cerca de 30 empregados. Foi o pior dia na minha vida profissional. Assistir vários colegas relatando que tinham sido levados na frente de filhos e vizinhos sem nunca terem sido intimados a prestar depoimento e sabendo que eram pessoas que dedicaram anos de vida ao desenvolvimento do país, foi um momento pesado e desalentador. De lá para cá, o BNDES passou por investigações e CPIs e até hoje não se provou nada contra qualquer funcionário do BNDES. Ética sempre foi um valor muito forte na instituição e eu acredito na idoneidade de todos esses colegas. Foi em meio a esse cenário que começamos a ser cada vez mais cobrados por transparência e que surgiu a ideia do BNDESToken, com o objetivo de provar de forma irrefutável para sociedade e auditores que os recursos vão para onde eles deveriam ir. Meu sonho é que o BNDES passe de uma instituição que era cobrada por transparência para ser reconhecido como uma instituição que presta o serviço transparência para outras, onde investidores querem aportar seus recursos porque têm garantia total da aplicação correta e acesso a todas as informações em tempo real.
 
O serviço público é muitas vezes associado a práticas antigas. Quais os desafios e entraves de trazer inovação para dentro da burocracia pública?
 
VANESSA ALMEIDA: O primeiro entrave é fazer seus colegas acreditarem. Coisas como “foi sempre assim” e “o chefe não vai deixar” são muito comuns. A minha maior dica para quem quer trazer inovação para burocracia pública é: não seja um inventor, seja um intraempreendedor. Você vai ter que se expor, trabalhar mais, tem que ter um pouco de coragem e muita resiliência. Você também vai precisar de um pouco de sorte, ao longo do caminho tive chefias de vários níveis que patrocinaram os projetos. Mas a sorte tem que te encontrar trabalhando, porque sorte sozinha não faz milagre.
 
O que é a tecnologia blockchain?
 
VANESSA ALMEIDA: A tecnologia blockchain é um advento que permite o registro de informações de forma descentralizadas. As principais características da tecnologia são: a independência de um ente central para garantir a integridade dos dados, a imutabilidade e irreversibilidade dos dados gravados, a capacidade de compartilhamento de contratos inteligentes e a transparência. A tecnologia surgiu para possibilitar trocas financeiras, mas pode ser usada em vários outros cenários. Uma maneira simples de pensar é que sempre que você precisa de um ente para gerar confiança — o cartório dizendo que o papel do registro da sua casa é válido, o banco dizendo que o saldo da sua conta está correta — você tem um cenário onde a tecnologia pode ser usada. Quando começamos a explorar esse tema vimos que a quantidade de “provedores de confiança” que existem no mundo é maior do que imaginávamos.
 
De onde surgiu a demanda para incorporá-la ao BNDES?
 
VANESSA ALMEIDA: Não surgiu como uma demanda. Surgiu como uma ideia de uma pessoa que faz parte da minha equipe hoje. Esse funcionário foi num workshop sobre blockchain por curiosidade e teve essa ideia a partir daí. Na época não tínhamos espaço para dar vazão a uma ideia desse tipo, mas aí o concurso de ideias aconteceu, montamos um time de cinco pessoas e seguimos.
 
O que é o TruBudget?
 
VANESSA ALMEIDA: O TruBudget é uma aplicação desenvolvida originalmente pelo KFW, que é o banco de desenvolvimento da Alemanha. Durante o concurso de ideias, o responsável pela área de inovação do KFW veio ao BNDES fazer uma apresentação sobre inovação num evento que organizamos. Ele aproveitou para nos mostrar a ferramenta e concluímos que poderíamos rodar um piloto para o Fundo Amazônia. A ideia do TruBudget é simples: cada passo que o dinheiro dá é registrado numa aplicação que utiliza a tecnologia blockchain, portanto esse registro é compartilhado entre os participantes da rede e não pode ser alterado de forma unilateral. O objetivo do TruBudget é aumentar a confiança dos doadores na alocação do dinheiro e fazer com que eles tenham acesso a essas informações em tempo real.
 
E o BNDESToken?
 
VANESSA ALMEIDA: O objetivo do BNDESToken também é aumentar a transparência dos desembolsos do BNDES, mas a abordagem é um pouco diferente. Enquanto no TruBudget registramos cada passo do dinheiro, o BNDESToken é uma representação digital do dinheiro que seria desembolsado. O fluxo geral é o seguinte: o BNDES desembolsa BNDESTokens para um cliente que está realizando um projeto com crédito ou recursos não-reembolsáveis, o cliente realiza as despesas com BNDES Tokens pagando fornecedores e/ou prestadores de serviços e esses fornecedores e/ou prestadores de serviço resgatam o token com o BNDES. Na transferência dos clientes para os fornecedores/prestadores de serviço podem ser executadas regras para garantir a aplicação correta dos recursos, pois o BNDESToken é uma espécie de voucher programável e transparente. As informações sobre esses fluxos ficam disponíveis em painéis de controle para serem consultados a qualquer momento pela sociedade.
 
Como foi a elaboração e implementação desses projetos?
 
VANESSA ALMEIDA: Começamos com duas provas de conceitos para entender o impacto de cada uma das abordagens. A ideia inicial é que o BNDESToken traria mais possibilidades, mas demandaria mais esforços nas questões regulatórias/contratuais, enquanto o TruBudget seria uma abordagem mais simples e com retorno mais rápido. A primeira prova de conceito do BNDESToken foi realizada com crédito para estados, um tipo de operação que requer total transparência do início ao fim. É importante frisar esse ponto: as provas de conceito e pilotos foram realizadas com operações não-reembolsáveis ou com entes públicos, tipos de operações que requerem total transparência.
 
Além disso, existiam vários desafios tecnológicos a serem superados, pois dentro do mundo blockchain existem muitas variações da tecnologia. Depois das provas de conceito, fizemos uma consulta pública para entender como o mercado poderia contribuir na implementação dos projetos. Concluímos que, em termos de tecnologia, ainda era necessário que o mercado ganhasse mais maturidade, e, em termos de implantação, nossos maiores desafios eram de coordenação. Blockchain é uma tecnologia de rede, onde você só consegue extrair o valor se você constrói modelos de atuação em rede. Exemplo: não adiantaria ter a ferramenta do TruBudget se os doadores do Fundo Amazônia e os auditores não utilizarem a informação. Então não é um projeto só de tecnologia, é um projeto em que você precisa olhar as coisas por um ângulo diferente. E isso traz um trabalho enorme de articulação e comunicação.
 
Decidimos avançar para projetos piloto com o TruBudget e o BNDESToken, mas ao mesmo tempo entendemos que precisávamos atuar na discussão sobre o uso de ferramentas que utilizem a tecnologia blockchain no setor público e nos serviços financeiros. Em 2018 e 2019, realizamos duas edições de um evento chamado BlockchainGov, um evento internacional chamado #DisruptiveTech4Good e um curso na Enap (Escola Nacional de Administração Pública). Também participamos de vários grupos de trabalhos nacionais e internacionais como o OECD [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico], Bepab [Blockchain Expert Policy Advisory Board], o Focus Group sobre DLTs/Blockchain do ITU-T/UN [União Internacional de Telecomunicações da ONU] e a ação 8/2020 da ENCCLA [Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro]. Entendemos que só assim será possível avançar e realizar o valor dos projetos de forma mais rápida e sustentável.
 
Qual o impacto e poder de transformação deles?
 
VANESSA ALMEIDA: O impacto de aumentar a transparência da alocação de recursos financeiros e das regras que garantem a conformidade dessa aplicação é enorme. Ao fazer isso estamos habilitando o aumento do controle social e o aumento da confiança de potenciais investidores. Aumentaria a chance de você investir num projeto num país em desenvolvimento se esse país te desse uma garantia irrefutável de que os recursos estão chegando onde deveriam chegar? E o dinheiro público? Como brasileira, você dormiria mais tranquila se conseguisse consultar a qualquer momento para onde estão indo os seus impostos? Para além do BNDES, o conceito de “seguir o dinheiro” utilizando a tecnologia blockchain pode trazer vários benefícios.
 
Exige muito sacrifício da vida pessoal realizar esse tipo de projeto?
 
VANESSA ALMEIDA: Quando você trabalha com uma coisa de que gosta e acredita que traz impacto para a vida das pessoas, trabalhar se torna mais leve. Mesmo que isso demande mais horas de trabalho, atualização constante sobre o que está acontecendo no mundo, viagens (no mundo pré-pandemia), o senso de realização compensa. De qualquer forma, tento equilibrar trabalho com vida pessoal. Quando você trabalha com inovação e sua criatividade é uma das ferramentas de trabalho, você precisa de respiros para manter essa ferramenta funcionando.
 
Há países, bancos ou iniciativas que vocês usam como modelo de inspiração?
 
VANESSA ALMEIDA: Como citei anteriormente, tivemos uma grande interação com o KFW logo no início. Ao longo do tempo, conversamos com vários outros bancos de desenvolvimento e multilaterais, como os bancos dos Brics [bloco de países formado por Rússia, Índia, China e África do Sul, além do Brasil], o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento. Temos uma relação muito boa de troca de experiências com eles. A União Europeia também tem sido uma inspiração para a discussão de como organizar o ecossistema de blockchain no setor público brasileiro. O BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento] também tem sido um grande parceiro na troca de experiências técnicas.
 
É possível chegar lá?
 
VANESSA ALMEIDA: Sim! Quando começamos, em 2018, tudo parecia um sonho distante e nos sentíamos como futuristas falando de uma tecnologia que pouca gente conhecia. Passados dois anos, já existem diversos projetos interessantes utilizando blockchain no setor público e outros tantos no setor privado. As discussões ao redor do mundo sobre regulação/legislação vêm avançando bastante, só no Brasil existem cinco projetos de lei que tratam de alguma forma sobre o tema. De uma forma geral, acredito que estamos avançando mais rápido do que avançamos com outras tecnologias. Quanto tempo levou entre a internet ser criada e se tornar ubíqua? Mudanças que envolvem tecnologias de fundação — e blockchain é uma tecnologia de fundação que tem aplicação em diversas áreas — levam tempo, mas levam cada vez menos tempo porque podemos usar o aprendizado dos movimentos tecnológicos anteriores.
 
Governos importam?
 
VANESSA ALMEIDA: Num mundo com quase 8 bilhões de humanos, governar é atividade essencial. Ao longo do tempo, a população cresceu e nos concentramos em cidades, de forma que o governo foi se tornando cada vez mais importante. Hoje vivemos problemas globais, como as mudanças climáticas, o risco à saúde pública das pandemias, a revolução tecnológica e a perspectiva de um aumento cada vez maior da concentração de renda. Nesse mundo, governar é essencial, e os bons governantes precisam estar atentos à sua realidade local, mas contribuir com a solução de problemas que são globais.
 
FONTE: NEXO
 
   
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